quarta-feira, 17 de março de 2010

E a Merda Fede Mais...

E eis que o genial vereador da cidade de São Paulo, Carlos Apolinário (DEM)teve a sua proposta de lei, que faz alterações ao PSIU (Programa de Silêncio Urbano) aprovada pela mais do que genial Câmara Municipal.

Pois é meu amigo. Agora a multa a qual os estabelecimentos barulhentos estão sujeitos diminuiu, e as denúncias não podem mais ser feitas de forma anônima. O denunciante é obrigado a confrontar o dono do estabelecimento durante a verificação.

Que maravilha não? Além de tgermos de nos sujeitar ao barulho, ao desrespeito, aos frequentadores consumindo drogas, estacionando carros, urinando, vomitando, brigando entre sí, diante de nossa casas e nos tirando o sono (nós que precisamos trabalhar dia a dia, e não vivemos na balada de segunda a sexta), ainda somos obrigados, agora, a ficarmos calados diante de toda essa palhaçada, ou então nos sujeitarmos a fazer as reclamações cara a cara com o dono do bar, e assim corrermos o risco de termos nossas propriedades depredadas ou então levarmos uma bala na cabeça por parte dos frequentadores, usuários e vendedores de drogas que frequentam essas malditas espeluncas cujos números aumentam a cada dia ao lado de nossas casas, na fantástica cidade de São Paulo.

Pois é...São Paulo...a cidade que afunda cada vez mais, onde os cidadãos tem DEVERES, mas nenhum direito que vá além de se trancaram em suas casas ao anoitecer (aquelas que ainda não foram levadas pelas chuvas) e se conformarem com a música ao vivo e os frequentadores dos bares fazendo todo tipo de vandalismo em suas portas.

E tenho dito.

sexta-feira, 6 de novembro de 2009

Idiotisse Universitária

Hoje vou falar sobre um evento deplorável que ocorreu em uma universidade de São Paulo. Trata-se do caso da aluna que foi vítima de ofensas e ameaças por parte de outros estudantes da Uniban.

Primeiramente, vou explicar que, ofender alguém (como ocorreu com a referida aluna que foi repetidamente chamada de “puta”), constitui crime de Injúria (art. 140 do Código Penal), e eu realmente espero que os responsáveis sejam identificados e devidamente punidos.

Agora vamos a uma análise profunda. Uma estudante adentra a universidade, e por estar usando roupas curtas (SÉRIO?? Me diga que mulher que hoje em dia não usa calças agarradas, minissaias, etc?) passa a ser acuada pelos demais alunos, e inclusive pelos seguranças da universidade, sendo ameaçada e estupro por alguns e xingada pela maioria. Sendo obrigada a se trancar em uma sala, e só consegue deixar o local escoltada pela polícia.
À luz dos eventos (e depois de nos recuperarmos da indignação) algumas coisas precisam ser colocadas em pauta:

1- Quem são aqueles alunos para julgar alguém? Digo, quantos usuários de droga, quantos alcoólatras, quantos indivíduos de má índole encontram-se entre eles? Possivelmente um ou outro (senão vários). E quem são eles, portanto, para julgar alguém? Ninguém! Eles não são ninguém para julgar. E isso deixa clara a hipocrisia da nossa sociedade (e do ser humano em geral). Mas devo lembrar que embora não sejam ninguém para julgar, são sim passíveis de punição criminal pelos seus atos (Injúria!!! Bendito seja o legislador que a tipificou no Código Penal!);

2- Os funcionários da faculdade. Estes estão lá a trabalho, ou seja, cumprindo funções voltadas ao funcionamento da instituição, à prestação do serviço ao aluno. Os seguranças estão lá para garantir o bem estar do aluno, e não para se juntar a turba irracional e hipócrita e ofender a aluna (cuja mensalidade, por sinal paga-lhes o salário); Nos meus tempos de universitário já me deparei com seguranças desse tipo, e isso traz à tona meu conceito de que o brasileiro tem uma séria deficiência profissional, pois não sabe agir com profissionalismo, deixando de lado sua parte pessoal quando no exercício de suas funções; mas como este assunto será abordado em outra postagem, vou me resumir a dizer que torço para que esse tipo de gente vá para o olho da rua e nunca mais arrume emprego em lugar nenhum;

3- Em relação à aluna. E daí se ela estava usando roupas curtas? A roupa é dela; o corpo é dela. Claro que alguém tem o direito de não achar legal, de não aprovar, mas uma coisa é ter gostos e opiniões diferentes, outra é ofender alguém, ameaçar de estupro, acuar, simplesmente pelo fato de tal pessoa agir de forma incompatível com os gostos alheios. Além do que, se a reitoria da universidade acha que os trajes não são adequados para o ambiente, cabe a eles informá-la, e de maneira cordial. Mas claro, o brasileiro (assim como o norte americano, entre outros povos e culturas) não tem a capacidade de pensar por si próprio, de agir com base no raciocínio individual. Ele não possui personalidade, e acha extremamente lindo agir de forma coletiva, sem sequer se perguntar o porquê (vocês realmente acham que todos aqueles caras que passam com o caro tocando funk no último volume gostam de funk? Claro que não, eles só agem assim porque todo mundo está agindo. É bonito, dá status agir na moda, se comportar seguindo os padrões – se jogar na frente do ônibus alegando “seilá porque...mas já que todo mundo ta se jogando, eu vou também”- ignorando a própria capacidade de raciocinar. ACORDEM!;

4- Imaginemos então, todos esses indivíduos (Deus, que todos eles tranquem os cursos e nunca se formem em nada) com um diploma na mão. Imaginemos alguém com tal mentalidade, conquistando uma carteira da OAB, ou então sendo ingressando na Promotoria Pública ou sendo investido na Magistratura (que nunca consigam); ou então se formando como médicos (você se consultaria com um médico que ameaça estuprar uma pessoa por ela usar roupas curtas?). Tal vislumbre lança uma perspectiva sombria no futuro do país;

5- É engraçado como por um lado, os jovens acham que legalizar a maconha é sinal de modernidade, enquanto que do outro lado praticamente tentam apedrejar uma mulher porque ela não está usando burca. Sabem, na época da inquisição a igreja (claro) criou um livro chamado Maleus Malefcarum (O Martelo das Bruxas), um livro que ensinava como localizar uma bruxa, e como matá-la. Naquela época as pessoas costumavam acusar umas as outras de bruxaria (em nome de rivalidades pessoais, para tirarem “o seu” da reta, ou por pura maldade), eles, então, em turbas descontroladas gritavam “bruxa, bruxa – puta, puta – bruxa” e juntos, como uma mente coletiva e irracional, levavam a pessoa acusada à sua morte. Hoje sabemos que eles eram um bando de débeis irracionais e assassinos, e que todas aquelas vítimas eram inocentes. E hoje vemos que em pleno século 21 a humanidade continua tão débil quanto era no século 16.
Com base em tudo isso, eu digo tristemente (embora simbolize um triunfo da minha ideologia, eu realmente gostaria de estar errado) que o brasileiro - e de modo geral o ser humano, pois tal comportamento não ocorre só com os referidos alunos da Uniban – acabou de me dar a prova de tudo aquilo que eu prego a respeito de sua decadência, de seu modo débil - não, eles não são como animais, são piores, pois os animais não pensam porque não podem, enquanto os primeiros podem mas optam orgulhosamente por não fazê-lo - de agir. Não concordam? PROVEM-ME O CONTRÁRIO. AJAM DE FORMA DIGNA.

Termino, ainda revoltado com a situação, torcendo para que CADA UM dos presentes na lastimável cena sejam punidos de acordo com o crime praticado.

Insanidade Mor

sábado, 1 de agosto de 2009

Ainda faço um "Albergue" ><


Pegaram essa gatinha e jogaram água fervendo.

Ela perdeu os pelos e por pouco não sobrevive... Ela tem 3 mêses de vida, é carinhosa e quietinha. Não para de ronronar, está no meu colo se lambendo e puxando a minha mão para eu fazer carinho, não quer me deixar digitar e estava tentando arrancar as teclas do meu note!


Sabe uma das coisas que eu mais queria na vida?

Poder fazer um "Albergue" , aí eu pegaria essas coisas que fazem maldade com bixinhos e brincava com eles até o fim de suas vidas!
Pena que pessoas boas são raras no mundo!

Esse Brasil...

Um amigo foi assaltado NA PORTA DE CASA no último fim de semana. Levaram o carro e tudo que tinha dentro. Eis o desfecho da coisa:

“Estava sim. inteirinho... (o carro)
Estava na rua do lado de casa, não me pergunte o que nem como!
Domingo acharam a mochila com tudo dentro lá no metrô Tatuapé. Tudo dentro, carteiras, óculos, roupas..
Ontem de madrugada, acharam o carro do lado de casa, intacto, com radio dentro, cd's, tudo dentro... Só levaram mesmo o que anunciaram primeiro: dinheiro e celular.

(...)

Minha carteira tb foi recuperada, mas eu já tinha cancelado o RG. Então terei que tirar outro de qualquer jeito...

É um final mágico para um filme trágico!
Agora, o que diabos aconteceu eu não sei?! Foi o roubo mais sem noção que já vi, nem a polícia entendeu. Roubaram o carro, dobraram a esquina, estacionaram, foram embora só levando a mochila com coisas dentro. Deixaram a chave no contato, não zoaram o carro. Depois a mochila é encontrada e deixada na SSO do metrô Tatuapé, com tudo dentro... Levaram $$$ e celular!

Vai entender!?!?!?”


Agora meu amigo tem que passar um puta transtorno por causa das coisas que já foram canceladas e o pior, se recuperar do trauma que o susto causou.
Como diria a Carol: Esse Brasiiiil!!!
¬¬’

Ê!

Como se não bastasse Chris Cornell fazer parceria com o Timbaland, se rendendo de vez ao pop, aos rebolados e aos “Ê, Ê, Ês” característicos do produtor, logo veremos o Papa cantando com as Pussy Cat Dolls se rebolando a sua volta!

Que maravilha, que beleza!!!!!

sexta-feira, 31 de julho de 2009

Eu paranóica? Sou consciente, baby!

Ontem tive um ataque no metrô.
Ao cambalear e perder o equilíbrio com um solavanco da máquina, me vi obrigada a segurar nas barras do metrô... Segurei e SURTEY!
Eu não pego nessas coisas pornadanomundo. São nojentas, oleosas e cheias, infestadas e infectadas com um número incontável de bactérias, vírus, mutantes, aliens e sei lá mais o que, alheios. Não sei onde neguim andou enfiando a mão, que tipo de doenças carrega ali... Não seguro mesmo. Eu sempre consigo me equilibrar, mas depois de dividir duas garrafas de vinho e uma de cerveja com um amigo, acho que ficou meio complexo e dificultoso esse lance de equilíbrio.
Enfim, meu amigo não sabia se ria, se me acalmava, se saia correndo, se fingia que não me conhecia quando me viu tremer e gritar por ter pegado nas barras. (acho que ele nunca mais vai sair comigo Oo’) Foi uma linda comédia trágica!
Ele disse que eu tenho TOC (Transtorno Obsessivo Compulsivo).
Eu discordo. Não tenho TOC, sou apenas LIMPA e CONSCIENTE. Não tenho que contaminar a minha pele lisinha, macia e sensível só por que é mais “normal” não ter nojo de pegar nas barras do metrô, onde TODOMUNDO pega!
Resolvi contar para uma das pessoas que eu sabia que me compreenderia. Minha amiga Rebeca. Partilhamos da mesmíssima opinião em quase tudo, ela me compreendeu e eu resolvi homenageá-la colocando as sábias palavras que sua genialidade cuspiu, aqui neste blog:

“Meo, tem um povim que tem um tipo de cheiro, um cecê de bebida, com cigarro, com fedor de sujeira, que eu não aguento. Sério mesmo. Já até desci ponto antes só por não aguentar ficar perto. Já tive que pegar na minha mochila, passar desodorante na manga da blusa e ficar com ela enfiada no rosto.
Eu sou muito nojentinha com essas coisas. Mas porra, isso que é o certo.
Se todo mundo pensasse no bem estar alheio, seria melhor. Eu, por exemplo. Sempre passo um perfuminho antes de sair. Pra não ficar fedida se eu suar. E sempre carrego um desodorante na bolsa. Mas porra, tem neguim que parece que GOSTA de ser fedido. Se foder!

Devia ter um detector de cheiros na porta do ônibus. Se você fede, não entra. :D
E um teste de conhecimentos pra comprar comida. Se você não estuda, não come
.”


Hoje comprarei um frasquinho de perfume para colocar álcool e o deixarei sempre na minha bolsa, junto com uns lencinhos e talvez máscaras. Assim, a vida vai ficar mais limpa e bela! *\o/*

sábado, 25 de julho de 2009

Revoltey!

Nossa, se eu for escrever sobre esse assunto, vou criar pelomenos mais uns 5 bilhões de palavrões novos!

Ao ler coisas assim, começo a achar super digno que a Coréia do Norte use suas armas nucleares a acabem com a porcaria da humanidade!!!!

><’

quinta-feira, 23 de julho de 2009

Considerações sobre os eventos de anime.

Antes de iniciar vou deixar claro que tal ponto de vista não abrange todos os eventos. E por questões éticas não vou citar nomes.

Há um número considerável de eventos de anime realizados a cada ano, não só em São Paulo, mas em outros estados brasileiros. Tais eventos atraem um enorme público, que possuem o gosto comum por mangás, animes, cosplays, HQs, brinquedos, e pela cultura oriental em geral.
Um detalhe particular de tais eventos é o alto preço dos ingressos. Que geralmente (eu disse geralmente, pois como foi dito no início essas considerações não englobam todos os eventos do gênero) custa acima de R$ 20,00. É aí que o problema começa, pois tais ingressos são vendidos ao mesmo preço tanto para estudantes quanto para não estudantes sob o pretexto de que “todos pagam a meia-entrada”. Porém, a lei que regulamenta o pagamento de meia-entrada é clara ao afirmar que, estudantes pagam meio valor sobre o preço efetivo. Ora, se TODOS estão pagando o mesmo preço, aquele é o preço efetivo e não o preço anunciado (mas nunca cobrado) como sendo o valor da inteira, logo os estudantes deveriam pagar metade do valor do ingresso cobrado normalmente. Mas...estamos no Brasil, a lei é mal elaborada, e ficaria fácil deturpar seu sentido...bastaria que nesse caso eles passassem a cobrar o valor anunciado como sendo o da inteira de todos os não estudantes, e o valor que já cobram do público geral, como meia-entrada dos estudantes...o que seria ainda pior e mais caro.
Ainda falando do preço, não se trata apenas da questão da meia-entrada, mas sim daquilo pelo qual se está pagando: PARA ENTRAR EM UM EVENTO. Aqueles que não dão valor ao seu dinheiro que me desculpem, mas aqui não se trata de ganhar bem ou não, de ter dinheiro de sobra ou não. Pelo menos a meu ver, quando se compra algo, nós avaliamos a natureza da coisa. Mesmo quando temos dinheiro de sobra, é ridículo gastar uma alta quantia em algo de natureza insignificante (pelo menos na visão de alguns, como eu). E nessa situação, um preço demasiadamente alto está sendo cobrado simplesmente para se ENTRAR no evento. Isso em um país onde o salário mínimo tem um valor de R$500,00 (mais ou menos), e muitos ganham menos do que isso.
Ok, em face desse preço, a resposta que se obtém é de que: a) os organizadores tem que pagar o aluguel do local – mas se é assim, para onde vai a grana (altíssima) que eles cobram pelo aluguel dos stands??? Que muito provavelmente já seria o suficiente para arcar com as despesas de aluguel do espaço e ainda fornecer lucro aos organizadores; b) o valor é alto por causa do show das bandas famosas que tocam no evento – até aí a desculpa até valeria SE
I – todos os presentes fossem por causa do show (afinal, pagar o preço de um show que eu não pretendo ver);
II – se as bandas prometidas realmente tocassem, pois certas vezes as bandas anunciadas acabam não comparecendo por problemas contratuais que os organizadores não conseguem resolver...e nesse caso...o valor do ingresso continua sendo o mesmo, com ou sem banda.
Mas deixemos isso de lado, e partamos a ponderações obvias. Mediante ingressos tão elevados, imagina-se que o evento vai ser um show de organização. Mas não é. Assim que chegamos ao local vemos filas e mais filas, e depois que entramos nos deparamos com uma grande massa de milhares de pessoas andando de forma desordenada e descordenada, sem direção. Dezenas de minutos são gastos para se andar de uma área a outra, e observar (ou adentrar) estandes é quase impossível. Não existe um fluxo organizado, não existe uma divisão de “vai”, “vem”, o que para a organização (que prepara o evento meses antes), seria simples, pois bastaria colocar um ou outro funcionário para cuidar desse detalhe, e demarcar sentidos de direção com faixas, pelo menos nas áreas mais movimentadas.
Como se não bastasse, chega a hora da comida. E claro, simplificar as coisas que é bom, nada! Primeiro é necessário pegar uma fila (para variar) e trocar o dinheiro por tickets em forma de dinheiro (!!! – correspondendo ao valor q entregou). Depois com seu “dinheirinho” na mão, você vai ao stand de alimentação que escolher e troca o “dinheirinho” por comida...claro, depois de pegar outra fila. Ou seja, se o dinheirinho vale a mesma quantidade que você deu em dinheiro real, porque não pagar direto em dinheiro de verdade no stand, e evitar que o público pegue mais uma fila (que até para entrar no banheiro tem)?
Porém, a pior parte de comer nos eventos não é a fila, e sim o preço/qualidade da comida. R$ 5,00 um cheeseburguer...que nada mais é do que pão (bem meia boa), carne e uma fatia de queijo. POR R$ 5,00!! Com pouco mais do que isso é possível ir a um rodízio de pizza, ou então comprar algumas gramas de queijo, uma caixa de hambúrguer para fritar, uma embalagem com 6 pães, e fazer a festa.
Resumindo, você paga caro para entrar (ainda se dessem um mangá de brinde na entrada...o que de forma alguma não diminuiria os lucros absurdos obtidos através das entradas, aluguéis de estandes, etc), tem que agüentar uma enorme desorganização e tem que pagar uma fortuna para comer um lanche miserável. Isso, ao meu ver, é uma tremenda falta de respeito com o público, com o CONSUMIDOR, que é tratado com uma fonte de dinheiro fácil pelos organizadores.
E sabe quando isso vai mudar? Provavelmente nunca, graças à molecada que orgulhosamente se deixa explorar, pagando quanto pedirem, já que ganham dinheiro do “papai”, e não fazem idéia do esforço que é conseguir o próprio dinheiro.
É isso aí, graças a soma de todos esses fatores, este que vos fala decidiu aproveitar melhor o próprio dinheiro e paciência, optando por abandonar de vez certos eventos.

Que saudades dos antigos encontros de RPG que, quando começaram a ser pagos, o valor era beeeeem menor e você ainda ganhava um livrinho de brinde.

quarta-feira, 1 de julho de 2009

Momentos...

Este texto foi escrito há uns tempos atrás... Não me lebro o dia, sei que foi depois de discutir com duas das pessosas que eu mais amo por causa de uma outra com quem eu me desentendi há muito, mas por quem eu ainda guardo um enorme carinho sem me importar se é reciproco.
Mais exemplos de como a estupidez humana nos tira momentos e oportunidades que NUNCA MAIS voltam!!!!
****
Sabe, eu aprendi algumas coisas depois de passar por experiências muito ruins. Claro que a gente aprende com as boas, mas são as ruins que realmente costumam nos fazer mudar, as vezes completamente.
Ontem conversávamos sobre como as pessoas julgam umas as outras sem sequer sonhar em pensar imaginar oq ou pelo que elas passam ou passaram. Que deixamos o tempo passar sem aproveitar por causa destes prejulgamentos. Temos o péssimo hábito de achar que nossas opiniões estão acima de qualquer coisa, de nós, do outro, da vida e da morte... Pois bem, aprendi, com as “minhas” experiências que não é bem assim. Alguns dos muitos exemplos que eu poderia citar:

Meu primo me ensinou que pular na piscina com tudo é bom demais, que gritar e gargalhar podem mudar muita coisa, que aparecer de surpresa fazendo festa na casa dos tios é impagável e de uma forma infeliz, que meus irmãos são meus bens mais preciosos. Faleceu aos 19 anos, levou um tiro de graça de um assaltante. Vi como a irmã e os pais dele ficaram desolados, todos nós ficamos.

Meu tio me ensinou que ler livros com as notas de rodapé dele é fantástico, que o saber nunca é demais, que brigar e guardar rancor não vale a pena, que nos afastamos de pessoas que um dia foram importantes e nos proporcionaram momentos incríveis; que perdoar, ser perdoado e passar por cima de coisas sem importância pode salvar uma vida. Que hj é oq importa, ontem já foi e amanhã pode nunca chegar. Cometeu suicídio, e não se arrependeu antes de morrer no hospital, era oq ele queria. Ele e minha mãe brigaram muito em vida, assim como brigaram muito com a minha avó e ele brigou com os filhos, meu tio sempre foi um “Lobo da Estepe”.

Meu pai me ensinou a olhar as estrelas, dar importância para a natureza, o belo e o simples. Que viver é importante sempre, mesmo que seja difícil, torne fácil. Ser “maluco beleza” e “metamorfose ambulante” realizam os sonhos mais incríveis, mesmo que estes sonhos tenham acabado de surgir. Que sorrisos são mais importantes que bens materiais, ser honesto e digno gera respeito eterno em qualquer lugar (até hj falam do meu pai como um herói na firma que ele trabalhou durante anos e que meu irmão trabalha hj). Faleceu de câncer aos 57 anos, não conquistou uma posição invejável na carreira, não teve milhões em dinheiro, não ficou famoso nem descobriu a cura pra nenhuma doença. Mas fez o seu papel como homem e viveu intensamente, cada segundo da vida dele.

Isso explica um pouco do que eu me tornei depois de uma turbulência terrível, passei por um período negro na minha vida, agi de maneiras ruins com muitas pessoas, julguei, ataquei e machuquei. Foram quebrados muitos elos, mas eu ainda tento preservar alguns e várias pessoas não entendem como eu posso relevar as coisas e não guardar rancor. Bem, eu não quero mais fantasmas de o que um dia foi na minha vida, já tenho muitos que tento me livrar e não é fácil. Ninguém sabe os apertos do meu peito e as confusões da minha cabeça, só eu. Quero tentar compreender antes de fazer alguma coisa, quero segurar os impulsos pra não me arrepender a hora que o leite já tiver sido derramado, quero preservar oq é bom e jogar fora oq é ruim, dar importância para oq importa. Toco o foda-se mesmo. Aprendi que vale mais a pena um momento de sorrisos do que uma vida de amarguras e isso, eu não mudo mais.

quarta-feira, 10 de junho de 2009

terça-feira, 9 de junho de 2009

Memórias Inúteis

Não sei que utilidade tem isso, mas achei divertido postar (além do que pretendo começar a postar resenhas de filmes por aqui).

Há alguns dias andei lembrando - uma daquelas memórias aleatórias que surgem do nada – sobre um filme que assisti na minha infância. Eu devia ter uns 11 ou 12 anos, estava deitado na cama, e resolvi ligar a TV. O filme havia acabado de começar, então fiquei assistindo.

Tratava-se da típica família americana, em casa, tomando café da manhã logo após acordar. Não me lembro de muitos detalhes, mas uma coisa que ficou marcada foi a fotografia do filme. Ela tinha aquele ar anos 70, com as cores meio desbotadas, etc.

Pois bem, a família toma o café, conversa, etc., e então se preparam para o dia-a-dia. Os filhos se arrumam para ir à escola, o pai para ir trabalhar, e quando abrem a porta: tijolos. É como se alguém houvesse construído um muro na porta da casa. O mesmo ocorre com as janelas. Eles estão presos em casa e não sabem por que isso está acontecendo.

Assustados, ligam o rádio e a TV na esperança de obter alguma informação (talvez uma guerra nuclear esteja ocorrendo), mas ambos estão fora do ar. A família então começa a entrar em desespero.

Eles começam tentar achar uma saída da casa, principalmente quando incidentes estranhos começam a ocorrer: luzes piscando, o ambiente tornando-se insuportavelmente quente, estranhos vazamentos de água, e até uma estranha substância negra, parecendo piche, escorrendo das “paredes” misteriosas que fechas as portas e janelas.

Eles tentam escapar, sem sucesso...

Nessas alturas eu já estava vidrado no filme, achando que era algum filme de terror, e independente disso, totalmente curioso para saber o que realmente estava ocorrendo naquela casa.

Até que, quando tudo parecia perdido para aquela família, os efeitos param, e tudo volta ao normal.

Corta-se a cena, e o foco agora é outra família. Eles parecem ser mais “modernos”, estão na cozinha de casa (também mais moderna) e a garotinha está chamando a mãe aos berros, pois seu irmão colocou sua casa de bonecas no microondas. O garoto sai correndo dando risada, e a garotinha retira a casa de dentro do aparelho...a mesma casa onde a família do filme estava presa.

Resumindo, os personagens do filme eram as “bonecas” da menininha do futuro.

O filme termina com uma frase: “este filme não é uma ficção, ele apenas foi feito cedo demais”.

Isso fez do filme ao mesmo tempo um negócio bizarro e genial. Talvez por isso eu tenha me empolgado de escrever essa porcaria quando me lembrei dele. Só lamento não me lembrar do nome do filme...


Aliás, isso me faz lembrar um certo churrasco, no qual, as 6:00 da manhã, estávamos no meio de uma longa conversa sobre o quão legal seria ter seres humanos em miniatura para podermos nos divertir...(enquanto alguém procurava boldo no quintal).

quarta-feira, 3 de junho de 2009

Fashion Nerd! [Oo?]

Nos tempos de escola, sempre tinha uma galerinha que ficava no canto da sala de aula, uns cinco ou seis meninos, eventualmente havia uma menina entre eles, geralmente, eu. Estes meninos usavam óculos fundo de garrafa, tinham muitas espinhas no rosto, cabelos despenteados e sebosos, ou muito arrumadinhos, igualmente sebosos. Meninos magros demais ou gordos demais, falavam e riam feito “bobos”, os assuntos eram sobre RPG, anime e mangá, comix, filmes de ficção científica, discussões infinitas sobre mundos medievais e disputas entre heróis e vilões, tudo isso acompanhando por uma inteligência absurda e invejável. Eles eram ridicularizados pelos garotos “normais”, que gostam de música da moda, futebol e cabelo arrepiado. Garotos que, como são descolados e extrovertidos, estavam sempre entre as meninas arrancando suspiros... Confesso que eu já suspirei por alguns destes babacas da modinha ¬¬’. Ainda bem que a adolescência passa e a gente ri das merdas que faz!
A diferença entre os dois mundos é que, um é superficialmente fascinante e o outro profundamente fascinante. Acredito que os poucos leitores que nos acompanham não precisem que eu defina qual é qual, né?
Bem, acontece que os valores e padrões da humanidade estão mudando, talvez estejamos evoluindo cada vez mais rápido para a destruição, ou não. Atualmente, ser NERD é FASHION, duas denominações que me pareciam IMPOSSÍVEIS de serem compatíveis. Eu acreditava que essa fusão seria como se a gente amarrasse um pão com manteiga em um gato Oo. Uma amiga comentou ontem que tem até música, não sei se é funk ou axé, rolando no Domingão Faustão que diz que o nerd de hoje será o cara legal de amanhã, como não assisto televisão e tenho mais oq fazer, não sei como é essa música. Vivência em jogos de RPG é critério curricular para estágio, há uma data para a comemoração do orgulho de ser nerd, comentada em sites “descolados” de balada; e quando falamos entusiasmáááádos sobre Masami Kurumada, Tolkien e Marvel, as pessoas se encantam e acham cool. Porra, um dos baratos de ser nerd é justamente ser FORA DE MODA, TÍMIDO e EXCLUÍDO.
Logo mais produtos como chapinha e hipercalóricos serão patrocinados pelo Clark Kent e terão como brinde uma armação de óculos e um par de ingressos para a estéia de Star Wars!

terça-feira, 2 de junho de 2009

A voz do meu egoísmo

Creio que todos (talvez eu mais ainda) chegamos em certos momentos de nossa existência , em que pensamos: “Como seria bom se eu fosse deus”.
Não no sentido religioso, mas no sentido egoísta e cômodo. No sentido de não ter nenhum ser vivo ao seu redor. No sentido de não depender de ninguém (e logo não se frustrar), e também de não ter ninguém dependendo das suas ações (e assim não sofrer com as chibatadas da consciência nos momentos de falha). Ou seja, de estar só, e de ter o poder de moldar a existência de acordo com a MINHA vontade. Com o MEU egoísmo.
Imagine só, você, sentado no grande vazio, capaz de criar a existência ao seu modo, bastando emanar um pensamento.
Pronto, hoje eu quero tal coisa: e lá vou eu, crio a pessoa X, a pessoa Y, a pessoa Z...e com a minha vontade ordeno que cada uma delas haja de tal forma. Tudo em prol da realização da minha vontade. Eu, o grande diretor. E assim realizo todas as minhas vontades, sejam elas quais forem:

- Hoje eu quero assistir duas pessoas se matando: Crio X e Y. “Se matem”.

- Hoje quero ler um livro diferente: Crio F, dotado de uma grande criatividade. “Escreva um livro, agora”.

E assim eu teria meus desejos, de forma cômoda, sem contrariedades, sem problemas, sem dor de cabeça, sem frustração.

Tudo em nome do MEU egoísmo.

Afinal, que de nós não teve esse sonho? Pois no fundo, somos todos egoístas em um enorme círculo vicioso, onde nossos sonhos são frustrados, pois os outros não se importam com eles devido aos próprios interesses, e eles por sua vez tem seus próprios sonhos frustrados pelas nossas vontades egocêntricas.

terça-feira, 12 de maio de 2009

Pessoas e jogos.

Cada peça está em seu lugar, cada uma tem sua função dentro do grande tabuleiro, mas todas têm um objetivo comum: Derrubar as outras peças não importa como e nem o por quê. Mesmo que tais peças venham a fazer parte do mesmo time, não importa, o que importa é se sobressair e fazer com que as outras caiam. Caráter é algo que não existe, verdade e honestidade são proibidas. Só se permite golpes baixos e sujeira, quanto mais falso o jogador for, melhor... O jogo começa.
Uma a uma as peças vão sendo eliminadas, um lindo espetáculo de crueldade e mediocridade. Elas traem, enganam, mentem, todos são assim, mas, uma hora alguém tem que ceder. Todos jogam da mesma maneira, sorriem, enganam para dar o bote assim que o outro virar as costas, todos...
Todos sabem que todos são assim, tentam ser mais espertos e cruéis, mas sempre alguém cai, cobras venenosas morrendo com o próprio veneno, e nem se dão conta disto.
Quando a ultima peça se encontra sozinha, vendo todas as outras caídas e derrotadas ao seu redor, trunfa, comemora, finalmente venceu, foi a mais forte e esperta...
Enlouquece...
O veneno das outras, aquelas que estiveram ao seu lado durante tanto tempo, começa a tomar seu sangue, ataca os nervos mentais, deteriora aos poucos a sua sanidade, o triunfo passa a ser tormento. Afundada em seu infortúnio, em sua loucura e dor:

“MALDITOS TODOS VÔCES, MALDITOS FRACOS DERROTADOS”.

Consome-se lentamente, vai sendo derrotada pelo que pensa ser um “veneno” cravado em seu sangue, veneno deixado pelos outros, a sua arrogância e prepotência não lhe permite discernir as coisas, não lhe permite aceitar que ao vencer, ao derrubar a todos e ser o mais forte, acabou por encontrar sua derrota, pois não enxerga que o tal “veneno” nada mais é que a sua própria SOLIDÃO.
SMALLVÉIO – AS AVENTURAS DO SUPER AVÔ

Logo de início vou deixar claro que sou um grande fã da série e que essa postagem não tem por fim falar mal da mesma, mas sim criticar a forma com que ela vem sendo tratada pelos produtores.

Recentes rumores indicavam que o ator Tom Welling (que vive o papel de Clark Kent na série) teria assinado contrato não só para a nona temporada da série, mas também para uma décima temporada. Tais rumores foram confirmados há alguns dias em uma entrevista concedida pela atriz Alisson Mac (personagem Chloe), que pode ser conferida em www.kryptonsite.com.

Voltando um pouco no tempo, quando a série estreou, seu objetivo era narrar o crescimento do adolescente Clark Kent, suas aventuras como “Superboy” e finalmente sua transformação no ícone “Superman”. Até aí tudo bem. A série seguia uma fórmula batida, mas cativante, com finais de temporada épicos, enquanto mostrava o personagem principal descobrindo pouco a pouco suas origens e poderes, ao passo que seu relacionamento com o futuro arqui-inimigo ia sendo trabalhado.

Com o tempo, a série foi ficando mais complexa, mais bem trabalhada, enquanto outros personagens do universo dos quadrinhos eram incorporados à história.

Tudo perfeito até então. O plano inicial estabelecia que a série duraria oito temporadas, que englobariam o “Superboy” durante seus anos do colégio, passando pela faculdade, e finalmente iniciando sua carreira como repórter do “Planeta Diário” tornando-se assim o “Superman”. E assim foi...quase.

Depois de 5, 6, temporadas, ele ainda não sabia voar. Veio a sétima temporada, que todos pensavam ser a penúltima. E nada de voar. Veio a oitava (que acreditava-se seria a última etapa da vida de Clark Kent como “Superboy”), e o vôo (um dos poderes mais característicos do personagem) nada. Para piorar houve ainda a saída do ator Michael Rosembaum, que vivia o vilão Lex Luthor, além da repetição da veeeelha formula (até 8 temporadas vá lá, levando em conta que a oitava terminaria a etapa de aprendizado do herói, e marcaria o surgimento do ícone).

A temporada atual termina essa semana lá fora, e já foram anunciadas mais duas! E NADA do indivíduo se tornar o “Homem de Aço”. Ele já enfrentou uma gama de vilões dos quadrinhos, já conheceu a “Supergirl”, já está trocando flertes com Lois Lane, mas ainda não voa.

O ator que vive o personagem já conta com seus 32 anos de idade (embora o personagem, na série, esteja no começo da casa dos 20). E acabamos de ficar sabendo que ainda vão levar mais 2 temporadas (mais dois anos) até que ele se torne o “Superman” (isso se não inventarem 11, 12, 13 temporadas, o que eu não duvidaria).

Nesse ritmo vamos ter um Clark Kent de cabelos brancos, ainda como “Superboy” (vai parecer Malhação, a novela da Globo, onde atores de 20 e poucos anos fazem papel de adolescentes de 15 no colegial).

Como eu disse no início, sou um grande fã da série, mas acho que já passou da hora das coisas andarem. Tudo bem, a série pode fazer um enorme sucesso, e claro, a emissora quer manter seu carro chefe. Mas é preferível uma série chegar ao fim no topo, deixando saudade nos fãs, e ter um final bem feito, na hora certa, do que acabar abruptamente porque perdeu a audiência, recebendo um final “meia boca” (se tiver a sorte de não ser cortada do nada, que é o que mais acontece), e ainda sendo lembrada como “a série que era legal nas 5 primeiras temporadas, mas que depois virou uma porcaria e acabou sendo cancelada por ninguém agüentar mais”.

Se ao menos criassem um “spin off”, talvez uma série da Liga da Justiça, ou uma série do Superman, pelo menos mostrariam uma evolução do personagem. Mas enrolar 10 anos com esse negócio de “Superboy” (que de garoto já não tem mais nada) é jogar o potencial do personagem no lixo aos poucos.

Assim disse a genial insanidade.

quarta-feira, 6 de maio de 2009

O FANTÁSTICO CASO DA ESTUPIDEZ HUMANA

Para abrir o blog com chave de ouro, vou comentar sobre um assunto que vivenciei bem de perto nos últimos dias. Trata-se da “clonagem” de sites, o chamado “phishing”. E é claro que, como o título denuncia, irei vincular tal prática à estupidez do ser humano (e cá entre nós ser humano estúpido é o que não falta no mundo).

Pois bem, vamos ao que interessa. A prática mencionada acima consiste na clonagem de sites por certos indivíduos, especialmente sites de bancos, fazendo com que os usuários, ao buscar acessar os sites verdadeiros, acabem sem perceber sendo dirigidos aos sites falsos, e neles venham a fornecer suas senhas, entre outros dados. Em seguida a mente “inteligente” por trás disso tudo acessa os dados da vítima e realiza compras, transferências, etc., em seu nome ou em nome de terceiros.

Agora vamos pensar (já que eu e vocês, meus leitores, temos uma inteligência acima da média):

Para se clonar um site de uma instituição financeira é necessário um certo conhecimento de programação e webdesign. Muitos indivíduos estudam (e muito) para obter tal conhecimento, e depois que o obtém costumam cobrar caro para desenvolver um site desses para seus clientes (muitos deles, grandes empresas). Esses profissionais criam sites de forma lícita por dinheiro. Ou seja, é um trabalho honesto, que não prejudica terceiros. Em ouras palavras: não é CRIME.

Vamos estudar agora o comportamento dos indivíduos que possuem o mesmo tipo de conhecimento para clonar sites, roubando dados e dinheiro de indivíduos que trabalham duro para conseguir juntar alguma coisa. Esses criminosos utilizam-se do mesmo tipo de conhecimento (também obtido através de estudo e dedicação) e esforço, porém voltados para um único objetivo: DINHEIRO, obtido de forma egoísta, sem qualquer preocupação com as vidas de suas vítimas e os problemas que poderão lhes causar.

Coloquemos então os dois lados na balança. O primeiro utiliza seus conhecimentos em prol do sucesso material. E o segundo....TAMBÉM.

Pode parecer estúpido e É! Pensem, se você vai ter o MESMO trabalho, porque não ganhar dinheiro de forma lícita, sem prejudicar a vida de quem se esforça dia a dia, ao invés de realizar o mesmo esforço para obter dinheiro de forma ilícita, prejudicar que não tem nada a ver com seu maldito egoísmo e ainda correr o risco de cedo ou tarde se dar mal com a lei. Bons programadores não ganham pouco, e ainda não tem que se preocupar em “ir em cana” daqui a um ano ou dois. Eles tem a vida toda para ganhar seu dinheiro fazendo aquilo em que são bons.

E aí resta apenas a pergunta óbvia: Mas se é assim, por que tem gente que escolhe cometer tais crimes? E a resposta é: PORQUE ESTE É UM FANTÁSTICO CASO DE ESTUPIDEZ HUMANA!

Mas não pense que para por aí. Assim como a imaginação, a estupidez humana não conhece fronteiras e vez por outra retornaremos para relatar novos aspectos de sua manifestação!

E claro, como não poderia deixar de ser, o Sr. Batata espera ansiosamente pelo Papai Noel, para que este lhe traga um martelo e algumas lâminas....por que? Ora...porque ele gosta de martelos e lâminas....de forma alguma ele pensaria em martelar os dedos, cortar a língua e as pernas de pessoas que fazem esse tipo de coisa relacionada aos sites bancários, e mergulhá-los em uma existência longa de dor e sofrimento. O Sr. Batata é totalmente contra violência.